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7 de fev. de 2026

Dias de Pouca Inspiração

 ou nenhuma, na verdade!

Podemos apenas apreciar a magnificência que o GD está nesse GIF durante um minuto inteiro?

02 de FEV.

Os últimos dias foram excepcionalmente bleeeeergh!

Fiquei doente, sem energia, sem vontade, sem imaginação, sem propósito, sem nada. Basicamente virei uma batata que passou horas assistindo The Big Bang Theory e lamentou cada instante possível a situação pouco afortunada de ficar mal no final de semana em que iria sair e curtir a vida.

Não bastasse isso, todo o flow de escrita que eu estava se perdeu. 

Também empaquei na minha nova leitura, Alchemised (pode até ser que seja o gênero me broxando de novo, não sei porquê insisto em comprar livros de fantasia), que até aonde sei, foi uma fanfic dramione bem famosinha no wattpad. Minha primeira impressão (das 28 páginas que li) é que o livro começa excessivamente descritivo, parágrafos e parágrafos de explicações e recordações do passado que talvez ficassem mais interessantes se fossem inseridos mais à frente (sim, me deixe reclamar!). Sou só eu, ou o maior problema com os livros de fantasia é o fato de tudo sempre vir mastigado demais? Anyway, seguiremos na leitura assim que eu tiver determinação o suficiente pra isso.

Aproveito pra dizer que janeiro foi um mês bastante esquisito: teve várias coisas boas e várias coisas ruins, praticamente um 50/50, o que pra mim, é sinistro. Acho que na verdade o problema sou eu mesmo, não é possível que a vida de todo mundo seja estranha e incoerente. Talvez as minhas escolhas moldem uma realidade imprevisível demais.

Li Noites Brancas de Dostoiévski e o final dele me deixou em depressão por dois dias. 


07 de FEV.

A vivência atual está diferente do que foi citado acima (exceto que ainda estou empacada na leitura 💀).

- Ajustei a minha rotina para ter uma melhoria na qualidade de vida.

- Relembrei que ser produtivo o tempo todo é cansativo demais, e tudo bem ter seus momentos de ócio e de entretenimento.

- Estou escrevendo minha história no meu ritmo, sem pressão e sem meta de nada (até porque estou escrevendo ela para mim, e se alguém vier a ler será um bônus e não um objetivo).

- Continuo trabalhando no meu projetinho online e continua me rendendo uns dinheiros 😄

- Minhas crianças voltaram para a escola e a adaptação do Pedrinho na nova unidade tem sido bem tranquila e satisfatória.

- Uma dor nas pernas estava me matando nas últimas semanas. Comecei a tomar uma espécie de suplemento e tem me feito muito bem. Inclusive, ontem consegui caminhar uma longa distância para buscar os uniformes da minha filha mais velha. Até passei em uma lojinha e comprei cabides (que eu precisava e estava procrastinando desde muito tempo) e artigos cheirosinhos para o meu banheiro. Agora só de abrir a porta pra tomar banho eu já fico: Uuuuuussaaaah! Vi uns vídeos de rituais de banho e tals, confesso que estou meio viciada em buscar o bem-estar nesse momento. Minha mãe me deu toalhas novas, tão macias e fofinhas ♥ me dá um alto grau de felicidade.

Estou viciada nesse canal ♥ o Rajiv é incrível!

- Tenho experimentado colocar Naruto na TV enquanto faço minhas atividades de casa. É reconfortante escutar as openings/endings e as vozes dos dubladores em JP. Vez ou outra paro para assistir alguma cena e é interessante como isso me faz lembrar do período em que esse anime fazia parte ativamente da minha vida. Tudo era completamente diferente. E foi uma fase muito boa.

- Eu e a minha irmã estamos pensando em começar uma espécie de retiro criativo, pelo menos uma vez por mês. A ideia inicial é passarmos o final de semana fazendo coisas como: produzir velas aromáticas, testar modelagens com porcelana fria, desenhar, pintar, começar um podcast, etc.

- Comecei um pequeno projetinho particular aonde peço ao assistente uma frase do Dostoiévski por dia. Vou deixar a frase de hoje para encerrar essa postagem:

“O homem é infeliz porque não sabe que é feliz.”

Livro: O Adolescente 

Essa frase toca num ponto central do autor: a incapacidade humana de reconhecer o que possui enquanto está vivo, consciente e inteiro. Para Dostoiévski, a infelicidade frequentemente não nasce da falta, mas da cegueira interior, da comparação, da inquietação do ego e do desejo de sentido absoluto.

Até breve!

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