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8 de mar. de 2026

Uma breve atualização

Um comentário:

 

Listando coisas legais que aconteceram e qualquer outra coisa que me surgir na mente:

- Tenho um notebook novo \o/ (e tem touchhhhhh!!!)
- Fevereiro foi o mês de maior faturamento do meu projetinho online ♥
- Publiquei a parte I do meu livro no KDP
- Minha vida financeira está estável e saudável (há indícios de que o primeiro semestre do ano será tranquilo e confortável)
- Me inscrevi em alguns cursos livres na plataforma Anglo
- Abandonei a faculdade de Design Gráfico de vez
- Comecei mais uma rodada de organização massiva aqui em casa, estou retirando roupas pequenas das crianças e brinquedos que não despertam mais interesse
- Tenho refletido sobre o que fazer com a minha vida nos próximos meses
- O Pedrinho já está bem adaptado na nova escolinha e tem sido uma experiência boa para a Giovanna (que já estudava lá) ter o irmãozinho por perto. A administração da escola está animada e admirada com todo esse processo
- Tenho novos livros físicos para ler 
- Temos um novo plano de saúde (espero que seja mais eficiente que o antigo)
- Minha mente tem estado mais calma ultimamente
- Meu corpinho tem demonstrado sinais de desgaste e falta de energia (preciso fazer algo para melhorar)
- Comprei uma fritadeira elétrica nova
- Estou pensando em comprar um tênis novo
- Preciso de calças novas também (capitalismo opressor 😔)

Basicamente, é isso.

Até a próxima!

7 de fev. de 2026

Dias de Pouca Inspiração

Nenhum comentário:

 ou nenhuma, na verdade!

Podemos apenas apreciar a magnificência que o GD está nesse GIF durante um minuto inteiro?

02 de FEV.

Os últimos dias foram excepcionalmente bleeeeergh!

Fiquei doente, sem energia, sem vontade, sem imaginação, sem propósito, sem nada. Basicamente virei uma batata que passou horas assistindo The Big Bang Theory e lamentou cada instante possível a situação pouco afortunada de ficar mal no final de semana em que iria sair e curtir a vida.

Não bastasse isso, todo o flow de escrita que eu estava se perdeu. 

Também empaquei na minha nova leitura, Alchemised (pode até ser que seja o gênero me broxando de novo, não sei porquê insisto em comprar livros de fantasia), que até aonde sei, foi uma fanfic dramione bem famosinha no wattpad. Minha primeira impressão (das 28 páginas que li) é que o livro começa excessivamente descritivo, parágrafos e parágrafos de explicações e recordações do passado que talvez ficassem mais interessantes se fossem inseridos mais à frente (sim, me deixe reclamar!). Sou só eu, ou o maior problema com os livros de fantasia é o fato de tudo sempre vir mastigado demais? Anyway, seguiremos na leitura assim que eu tiver determinação o suficiente pra isso.

Aproveito pra dizer que janeiro foi um mês bastante esquisito: teve várias coisas boas e várias coisas ruins, praticamente um 50/50, o que pra mim, é sinistro. Acho que na verdade o problema sou eu mesmo, não é possível que a vida de todo mundo seja estranha e incoerente. Talvez as minhas escolhas moldem uma realidade imprevisível demais.

Li Noites Brancas de Dostoiévski e o final dele me deixou em depressão por dois dias. 


07 de FEV.

A vivência atual está diferente do que foi citado acima (exceto que ainda estou empacada na leitura 💀).

- Ajustei a minha rotina para ter uma melhoria na qualidade de vida.

- Relembrei que ser produtivo o tempo todo é cansativo demais, e tudo bem ter seus momentos de ócio e de entretenimento.

- Estou escrevendo minha história no meu ritmo, sem pressão e sem meta de nada (até porque estou escrevendo ela para mim, e se alguém vier a ler será um bônus e não um objetivo).

- Continuo trabalhando no meu projetinho online e continua me rendendo uns dinheiros 😄

- Minhas crianças voltaram para a escola e a adaptação do Pedrinho na nova unidade tem sido bem tranquila e satisfatória.

- Uma dor nas pernas estava me matando nas últimas semanas. Comecei a tomar uma espécie de suplemento e tem me feito muito bem. Inclusive, ontem consegui caminhar uma longa distância para buscar os uniformes da minha filha mais velha. Até passei em uma lojinha e comprei cabides (que eu precisava e estava procrastinando desde muito tempo) e artigos cheirosinhos para o meu banheiro. Agora só de abrir a porta pra tomar banho eu já fico: Uuuuuussaaaah! Vi uns vídeos de rituais de banho e tals, confesso que estou meio viciada em buscar o bem-estar nesse momento. Minha mãe me deu toalhas novas, tão macias e fofinhas ♥ me dá um alto grau de felicidade.

Estou viciada nesse canal ♥ o Rajiv é incrível!

- Tenho experimentado colocar Naruto na TV enquanto faço minhas atividades de casa. É reconfortante escutar as openings/endings e as vozes dos dubladores em JP. Vez ou outra paro para assistir alguma cena e é interessante como isso me faz lembrar do período em que esse anime fazia parte ativamente da minha vida. Tudo era completamente diferente. E foi uma fase muito boa.

- Eu e a minha irmã estamos pensando em começar uma espécie de retiro criativo, pelo menos uma vez por mês. A ideia inicial é passarmos o final de semana fazendo coisas como: produzir velas aromáticas, testar modelagens com porcelana fria, desenhar, pintar, começar um podcast, etc.

- Comecei um pequeno projetinho particular aonde peço ao assistente uma frase do Dostoiévski por dia. Vou deixar a frase de hoje para encerrar essa postagem:

“O homem é infeliz porque não sabe que é feliz.”

Livro: O Adolescente 

Essa frase toca num ponto central do autor: a incapacidade humana de reconhecer o que possui enquanto está vivo, consciente e inteiro. Para Dostoiévski, a infelicidade frequentemente não nasce da falta, mas da cegueira interior, da comparação, da inquietação do ego e do desejo de sentido absoluto.

Até breve!

21 de jan. de 2026

Memórias do Subsolo

4 comentários:

 o primeiro livro do ano!


2025 foi o ano mais lamentável e deprimente da última década pra mim, analisando pelo ponto de vista literário (e outros pontos de vista também, mas essa postagem não é sobre isso). Os únicos livros que consegui terminar foram: 

Quarta Asa, que basicamente é uma fantasia jovem que possui dragões e engloba um sistema de academia militar, batalhas, provas e busca constante por sobrevivência, e que quer levar o leitor a acreditar na extrema violência desse universo que mais parece recortes de vários outros livros desse gênero (não se enganem pela descrição, eu gostei bastante. Mas parando para pensar, talvez pelo fato de algumas questões beirarem o absurdo e não fazerem sentido nenhum com a proposta do período da trama).

e O Peso do Pássaro Morto, que me surpreendeu muito e conta a trajetória da personagem desde criança até a morte, retratando uma vida que pode ser considerada tão deprimente e lamentável quanto o meu ano literário de 2025.

Tirando esses títulos só tive tentativas fracassadas. Até que decidi dar um tempo e deixar a vontade voltar naturalmente. É isso que chamam de ressaca literária?

Eu tinha começado a ler Mentes Extraordinárias, mas em certo momento também me saturou.

Foi aí que um passeio despretensioso na livraria em busca de um título qualquer de psicologia (que tem me atraído absurdamente nas últimas semanas) me levou até a prateleira de literatura estrangeira.

Eu já tinha pensado várias vezes em ler Dostoiévski, principalmente pelo fato de sua escrita frequentemente retratar o sofrimento humano e a luta interna psicológica de seus personagens destruídos pela desesperança e falta de perspectiva. E esse foi o momento em que escolhi Memórias do Subsolo.

Não tenho palavras para dizer o quanto gostei da escrita. Por vezes nas leituras a linguagem excessiva moderna me irrita, principalmente quando me proponho a consumir um produto que promete um cenário antigo/épico. E estamos falando de um livro publicado em 1864, ou seja, naturalmente sua linguagem acompanha a escrita da época. Pretendo ainda ler a versão traduzida direto do russo, pois tenho a intuição de que será mais encantadora ainda.

E quanto à história, acompanhamos um personagem vivenciando um declínio psicológico, portanto o que mais tem são linhas e mais linhas de diálogos tanto internos quanto externos do que aparenta ser um vórtice complicado de pensamentos distorcidos e sentimentos derivados de traumas e desistência completa da vontade de viver, tudo condensado em constantes ataques de fúria e intenção de insultar ou agredir quem quer que fosse. 

Ou seja, o personagem principal parece estar enlouquecendo cada vez mais a cada interação consigo mesmo e com outros personagens.

Não me lembro quando foi a última vez que grifei parágrafos inteiros de um livro, se é que um dia o fiz.

Pretendo continuar lendo suas obras.

Tenho altas expectativas para os próximos.

"...naquela época eu era incapaz de amar, pois, repito, para mim, amar significava tiranizar e mostrar minha superioridade moral. Nunca em minha vida fui capaz de imaginar qualquer outro tipo de amor e, hoje em dia, cheguei ao ponto de às vezes pensar que o amor realmente consiste no direito - concedido livremente pelo objeto amado - de tiranizar sobre ele.

Mesmo em meus sonhos subterrâneos eu não imaginava o amor, a não ser como uma luta. Eu sempre começava com ódio e terminava com subjugação moral, e depois nunca sabia o que fazer com o objeto subjugado."